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Igor Fretias Lima

Fotógrafo de Duque de Caxias se especializou em registrar o cotidiano da Baixada

Douglas Mota

A primeira ideia surgiu de uma exposição fotográfica no Centro Cultural Banco do Brasil, e as primeiras fotografias foram feitas com um celular, ainda em 2012. Desde o começo, o caxiense Igor Freitas Lima investiu na fotografia documental. Em 2015, ele se aperfeiçoou ao fazer o curso “Tensões urbanas na composição fotográfica”, oferecido pela Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE).

“No meu trabalho autoral, tento mostrar as diversas situações da Baixada, revelando através das imagens que mesmo do caos é possível extrair beleza”, conta o fotógrafo. “O que me despertar o olhar é saber que esse é o mundo real. É olhar a minha volta e ver crianças correndo nas ruas, cachorros sem coleiras, cavalos atravessando as ruas, ferro velho a céu aberto dando uma ideia apocalíptica”.

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